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PROBLEMAS CAUSADOS PELO SEDENTARISMO


A grande evolução tecnológica surge com a finalidade de facilitar o cotidiano da nação mundial e com isso aparece uma nova doença: o sedentarismo. A facilidade com que se realizam as tarefas diárias faz surgir também a lei do menor esforço.
O sedentarismo vem sendo considerado a doença do novo milênio e que é definida como a falta ou a grande diminuição da atividade física e, esta por sua vez, está relacionada com o estilo de vida do indivíduo, tendo como conseqüência uma regressão dos sistemas funcionais, ou seja, no caso dos músculos esqueléticos uma atrofia nas fibras musculares, perda parcial da flexibilidade articular e também um comprometimento de alguns órgãos vitais.

Entre as principais doenças relacionadas ao sedentarismo estão: a hipertensão arterial, obesidade, aumento do colesterol LDL, diabetes mellitos, ansiedade, infarto do miocárdio e grandes possibilidades de morte súbita.

O sedentarismo custou pelo menos R$ 93,7 milhões aos cofres públicos no Estado de São Paulo no ano de 2002. O valor corresponde a 3,6% do total de gastos em saúde no Estado no ano e a mais da metade do total de gastos hospitalares (R$ 179,9 milhões) com dez problemas de saúde associados à inatividade. O gastos com internações por doenças cardiovasculares respondem por 85% do custo do sedentarismo.

Com o combate ao sedentarismo a população teria inúmeros benefícios para a saúde e sua cidade, pois o dinheiro gasto com as despesas hospitalares poderiam estar sendo investidas em áreas diversas. Um exemplo prático disso vem sendo aplicado em São Paulo na campanha “Agita São Paulo”, melhorando assim a qualidade de vida dos participantes, pois é possível obter melhoras na saúde com um mínimo de 30 minutos de atividade física diárias ou também com um dispêndio calórico semanal acima de 2.200 kcal.

Atualmente tornou-se muito difícil ser uma pessoa ativa, mas não impossível. As alternativas para a prática das atividades físicas muitas vezes passam por despercebido ao alcance dos cidadãos. Sugere-se, então, algumas atividades, para que aumente o gasto calórico semanal simplesmente reagindo aos confortos da vida moderna.

Subir 2 ou 3 andares de escada ao chegar em casa ou no trabalho, dispensar o interfone e o controle remoto, estacionar o automóvel intencionalmente num local mais distante, dispensar a escada rolante no shopping-center, são algumas alternativas que podem compor uma mudança de hábitos.

Para iniciar a prática da atividade física esta deve proporcionar em primeiro lugar prazer ao praticante; já a liberação plena para a prática das atividades físicas, particularmente as atividades competitivas e de maior intensidade, deve partir do médico. No caso de indivíduos portadores de hipertensão, diabetes, coronariopatias, doenças vasculares etc, tanto a liberação quanto a prescrição dos exercícios devem partir do clínico, para o tratamento adequado. Caso ocorra algum tipo de desconforto durante ou após a atividade física ou exercício físico, o mesmo deverá ser avaliado por um profissional da especialidade.

Com a prática de um programa de atividade física planejado por um professor de Educação Física é possível: uma redução do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares; redução da obesidade; da ocorrência de diabetes mellitus, de hipertensão arterial, redução da ocorrência de dislepdemias e redução do Stress, aumento da massa muscular e da força muscular, entre outras.

Portanto, fica evidenciado que a inatividade física (sedentarismo) está associada ao aparecimento de enfermidades prejudicando toda uma população, então não cabe mais ficar sentado em um sofá esperando a doença chegar, sendo que existem inúmeros meios para que se possam mudar alguns hábitos.

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